:::: MENU ::::

  • Ago 19 / 2015
Notícias

FUTEBOL É FESTA, NÃO GUERRA

FUTEBOL É FESTA, NÃO GUERRA

Na sequência das declarações protagonizadas nos últimos dias pelo Director de Comunicação do Sport Lisboa e Benfica, João Gabriel, e pelo Presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho, a Associação de Adeptos Benfiquistas vem apelar para que exista responsabilidade e contenção dos respectivos intervenientes.

O futebol não é uma guerra, o futebol é um desporto que apaixona milhões de pessoas em todo o Mundo, deve ser acarinhado, promovido, não vilipendiado com declarações de guerras tribais consentâneas com a idade média.

Esperamos que os organismos responsáveis, Liga Portuguesa de Futebol Profissional e Federação Portuguesa de Futebol, de uma vez por todas tenham coragem para punir, como noutros países europeus já sucede, declarações irresponsáveis que não são mais que um acicatar de fanatismos desnecessários.

Em Portugal já tivemos no passado recente, factos que esperamos jamais se voltem a repetir, esperamos que os responsáveis por estas declarações entendam isso.

Queremos estádios cheios, famílias reunidas e sã rivalidade, fanáticos não tem lugar no futebol.

Vivó Benfica!

  • Jun 25 / 2015
Notícias

EUSEBIO CUP

Eusebio Cup

O troféu para homenagear Eusébio da Silva Ferreira teve a sua 1 ª edição no ano de 2008. Tornou-se ao longo dos últimos anos uma referência na pré-época Benfiquista, sendo por isso aguardado com expectativa pelos sócios e adeptos do clube.
Nas duas últimas épocas, para além do significado associado à homenagem ao maior jogador de todos os tempos do Sport Lisboa e Benfica, este jogo serviu também para a apresentação da equipa aos seus associados, sendo um dos jogos incluídos no acesso gratuito para os RedPass.
A AABE entende que o encaixe financeiro que será possível realizar na digressão aos Estados Unidos e no jogo que já tinha agendado no México seja relevante para a estrutura profissional do futebol, mais ainda se a tal facto se aliar a circunstância de inaugurar o novo estádio de um Clube onde actuou Eusébio.
A AABE entende também que a SAD do Sport Lisboa e Benfica possa querer levar ao mundo o local da realização deste Troféu como forma de reconhecimento da universalidade do Rei Eusébio.
O que a AABE não consegue entender é a necessidade de transformar um jogo previamente anunciado numa edição da Eusébio Cup.
Mais nos custa entender esta associação, quando é conhecida de todos a reacção dos adeptos locais, que desprezaram o nome do Sport Lisboa e Benfica ao serem confrontados com a realização desta partida.Questionamos os motivos que levaram a que não fosse possível definir uma data mais compatível para a realização deste troféu em Lisboa, ou em cidade relevante para os Benfiquistas e para a história do Rei Eusébio. Paris, Luanda e Maputo seriam por exemplo soluções mais equilibradas.
Reconhecemos o esforço que esta Direcção tem tido em salvaguardar e preservar a memória daqueles que com o seu trabalho e dedicação ajudaram a enriquecer a História do Sport Lisboa e Benfica, como é o caso deste Troféu que leva o nome de Eusébio, bem como o do Museu Cosme Damião.
Consideramos primordial manter a dignidade destas homenagens, por isso defendemos que esta decisão deveria ter sido melhor ponderada. Ainda que, e para não prejudicar a pré-época da equipa profissional, fosse realizada noutra data no decorrer do ano de 2015.
Vivó Rei!
Vivó Benfica!

  • Jun 22 / 2015
Notícias

INQUÉRITO PSP – INCIDENTES GUIMARÃES

Passado mais de 30 dias sobre o jogo Vitória Sport Clube – SPort Lisboa e Benfica, a Associação de Adeptos Benfiquistas enviou durante o dia de hoje ofício dirigido a Sua Excelência Ministra da Administração Interna, Dr ª Anabela Rodrigues, para solicitar esclarecimentos sobre o respectivo inquérito.
O incidente ocorrido em Guimarães é demasiado grave para podermos esquecer-nos do mesmo.

«Exma. Sra. Ministra da Administração Interna, Dr ª Anabela Rodrigues,
Vimos por este meio indagar sobre o resultado do inquérito por si solicitado, sobre a intervenção da PSP em Guimarães, no jogo de futebol realizado no dia 17 de Maio de 2015 entre o Vitória Sport Clube e o Sport Lisboa e Benfica.
O que sucedeu no término da partida, nomeadamente no exterior do Estádio Dom Afonso Henriques com a agressão de um agente policial a adepto do Sport Lisboa e Benfica, facto amplamente divulgado por toda a Comunicação Social, merece o cabal esclarecimento por parte da Policia de Segurança Pública entidade que está sob a sua tutela.
Ficamos a aguardar pela sua resposta à presente missiva.
Com os melhores cumprimentos e saudações benfiquistas,

P’ AABE

Francisco Benitez»

Vivó Benfica!

  • Jun 15 / 2015
Notícias

Análise às contas do Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD

As contas consolidadas do Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, recentemente divulgadas, referem-se ao terceiro trimestre da época 2014/2015, ou seja, ao período compreendido entre 1 de Julho de 2014 e 31 de Março de 2015. As contas incluem, para além da Benfica SAD, a consolidação integral da Benfica Estádio e da Benfica TV, assim como o resultado da participação financeira na Clínica do SLB e no Benfica Stars Fund (extinto no primeiro trimestre). Estas entidades são referidas como “Grupo Benfica SAD”. A Benfica SAD detém 100% da Benfica Estádio, 100% da Benfica TV, 100% do Stars Fund (no período em análise, actualmente já não existe), 50% da Clínica do SLB e 2% da Benfica Seguros.

Não estão incluídas nas contas o Sport Lisboa e Benfica (clube), Sport Lisboa e Benfica SGPS, Sport Lisboa e Benfica Multimédia, Administração do Parque do Benfica – Soc. Imobiliária e Fundação Benfica. Pelo menos estas, provavelmente a lista não é exaustiva. Como tal, importa ressalvar que as contas referem-se apenas ao universo empresarial da SAD, excluindo algumas entidades que podem ser relevantes para a percepção completa da situação financeira do Grupo Benfica. O Sport Lisboa e Benfica (clube) e a Benfica SGPS, pelo menos, deverão ser particularmente relevantes.

No que se refere à Benfica SAD, a sociedade cotada com obrigações de prestação de informação ao mercado, assinala-se o detalhe da informação divulgada, que compara perfeitamente com a informação prestada pelas principais empresas, mesmo apesar de algumas insuficiências. Os anexos são bastante completos, detalhados e contêm notas explicativas que ajudam a compreender muitos dos temas menos evidentes. Este aspecto é positivo e merece ser elogiado. Refira-se que as contas trimestrais não são auditadas (só é obrigatório no final do exercício económico) mas, ainda assim, o detalhe com que são apresentadas induz bastante confiança.

Começando pelo comportamento das receitas operacionais, elas cresceram 6,7% face ao período homólogo, para €77,8 milhões. Note-se que estas receitas não incluem transacções de jogadores, trata-se apenas de proveitos da actividade corrente. Este é o aspecto mais positivo da gestão da Benfica SAD no passado recente. As receitas cresceram muito significativamente nos últimos anos, sendo expectável que se mantenham consistentemente próximo ou acima dos €100 milhões numa base anual. Este número é notável para um clube do campeonato português. Nos três primeiros trimestres, comparativamente ao ano anterior, as receitas da Benfica TV cresceram 26,1%, os bilhetes de época e cativos cresceram 14,3%, a publicidade e patrocínios e receitas corporate subiram 6,1%. A bilheteira caíu 27,1% mas este resultado está distorcido pelo facto de o jogo Benfica-Porto ter sido realizado apenas no 4º trimestre, pelo que os números não são ainda comparáveis. Pela negativa, destaca-se a quebra de 23,8% das quotizações, o que pode significar alguma erosão da base de sócios, sempre preocupante. Note-se que a Benfica SAD apropria-se de 25% do valor líquido da quotização recebida pelo clube, como contrapartida das vantagens que oferece aos sócios do Sport Lisboa e Benfica.

Do lado dos custos, a evolução é menos positiva. O total de cash costs, isto é, o total dos custos operacionais não considerando amortizações (que traduzem a mera depreciação contabilística dos activos e não representam um encargo financeiro de facto), ascendeu a €67,5 milhões (mais 2,8% do que no período homólogo). Os fornecimentos e serviços externos cresceram 4,6% e os custos com a equipa de futebol mantiveram-se em linha com os da época passada, embora nesta última rúbrica a componente fixa tenha caído 8,2% por contrapartida de um acréscimo de 39% da componente variável, o que não deixa de ser uma tendência positiva.

No geral, o total de receitas da actividade superou em cerca de €10 milhões o total dos custos da actividade, ao passo que no período comparável da época passada este saldo era de €7,8 milhões. Este valor representa 13,1% das receitas, um resultado razoável. Contudo, é ainda insuficiente para fazer face ao volume de dívida a pagar, juros a pagar ou investimentos a fazer. Estas necessidades ainda superam aquilo que é gerado pelo negócio. Só em juros da dívida, e já descontando os proveitos financeiros, o Benfica suportou €12,6 milhões nestes primeiros 9 meses. O total de juros pagos pela dívida foi de €16,8 milhões nestes três trimestres. Isto tem uma dimensão apreciável, note-se que representa quase 22% do total das receitas operacionais e quase 50% dos gastos com a equipa de futebol, para pôr as coisas em perspectiva. Os encargos com a dívida valem quase meia equipa de futebol.

Acresce um investimento em activos fixos (não inclui passes de jogadores) superior a €11 milhões, onde se incluem “obras de alargamento do Caixa Futebol Campus com a construção de novos campos relvados, investimento no novo simulador de treino do centro de estágios e instalação do novo sistema de som adquirido para o Estádio da Luz, a remodelação de espaços de apoio aos executive seats, entre outras obras de beneficiação realizadas nas diversas infraestruturas do Grupo.”

Este desequilíbrio tem que ser financiado ou pelos accionistas, através de aumentos de capital, ou pelos credores, através do aumento da dívida, ou pelos fornecedores, através do aumento dos prazos de pagamentos, ou através da venda de activos. No Benfica, no passado, estes défices foram financiados sobretudo por dívida (bancos e empréstimos obrigacionistas) ao passo que actualmente a alternativa mais explorada parece ser a venda de jogadores.

Entre compras e vendas de jogadores, nestes primeiros nove meses, o Benfica encaixou cerca de €38 milhões (recebimentos menos pagamentos). Obviamente que nem se paga tudo a pronto nas aquisições nem se recebe tudo a pronto nas vendas. Mas, em conclusão, entre recebimentos pelas vendas e pagamentos pelas aquisições foi obtido um saldo positivo nos primeiros nove meses de €38 milhões. Trata-se de uma estimativa porque as contas não incluem um mapa de cash flow que permita tirar isso a limpo. Fica aqui o reparo. Além disso o tema do Stars Fund dificulta a análise dos movimentos contabilísticos. Pode conter alguma imprecisão.

Em resumo, o cash flow nos primeiros nove meses da época 14/15 foi o seguinte (em milhares de euros):

Actividade: +10.222
Compra e venda de jogadores: +38.063
Investimento em infra-estruturas: -11.257
Saldos correntes fornecedores e clientes: -6.304
Juros Pagos: -16.762
Proveitos financeiros: +4.113
SALDO = +18.075

Como foi aplicado este saldo? No abatimento da dívida aos bancos (€7,1 milhões) e o restante mantém-se como disponibilidade de caixa, pelo que a dívida líquida (dívida aos bancos – disponibilidades líquidas de caixa) caíu cerca de €18 milhões, para €300,7 milhões no final de Março.

O passivo total é de €409 milhões e compara com um activo de 414,7 milhões, pelo que os capitais próprios são positivos e conseguiu inverter-se a falência técnica registada no final do primeiro trimestre. Neste ponto convém alertar para o seguinte: Uma das principais componentes do Activo é, obviamente, os passes dos jogadores. Simplesmente, as regras de contabilização dos passes dos jogadores podem ser muito penalizadoras para as SAD. Os passes devem ser registados pelo valor de aquisição e depois devem ser amortizados contabilisticamente ao longo da vigência do contrato.

Exemplo: Um jogador comprado por €10 milhões e contratado por 5 anos, é contabilizado no momento da compra por €10 milhões e deve ser amortizado em €2 milhões por ano (10/5). Isto é, no final do primeiro ano de contrato valerá 10-2=8, no final do segundo ano valerá 8-2=6 e assim sucessivamente, até valer zero no final do contrato. A conclusão óbvia é que isto pode não ter nenhuma relação com o valor de mercado dos jogadores. Num mundo ideal, os jogadores seriam contabilizados ao seu real valor de mercado, de modo a traduzir o real valor detido pelas SAD. Mas, na prática, um jogador com boa performance desportiva, que se valorize, estará contabilizado por um valor bastante inferior ao seu valor real. É claro que também há o caso inverso. Jogadores caríssimos, que rapidamente se percebe que valem perto de zero, mas que continuam com um valor contabilístico muito acima do seu real valor de mercado. Seria necessário conhecer os valores pelos quais estão contabilizados os diferentes jogadores para se ter uma noção de quão real é o valor do activo nas contas da Benfica SAD (e dos seus capitais próprios), algo que não está disponível nas contas trimestrais.

Em resumo, parece-nos que tem sido feito um muito bom trabalho de crescimento do negócio gerado pelo Benfica, sobretudo tendo em conta o limitado mercado nacional, mas os resultados obtidos até agora ainda são insuficientes, por si só, para assegurar o cumprimento das responsabilidades decorrentes da dívida acumulada nos últimos anos. E como a possibilidade do crescimento da dívida parece estar afastada, assim como uma injecção significativa de capital por parte dos accionistas da SAD, resta ao Benfica prosseguir a venda de activos (leia-se jogadores), a par de um esforço de aumento das receitas e de redução das despesas (jogadores mais baratos). Com isso, poderá começar a libertar os meios necessários para fazer face aos juros da dívida acumulada e permitir a sua redução. Obviamente que este processo também limitará a possibilidade de compra de bons jogadores no futuro e talvez não consigamos ter equipas tão competitivas como as dos últimos anos, o que por sua vez poderá comprometer o crescimento das receitas, é uma incógnita. Mas parece ser este o caminho. Temos feito e espera-se que continuemos a fazer um excelente trabalho no crescimento das receitas, mas está a começar agora a segunda parte, sempre mais difícil e dolorosa.

Prometemos voltar à análise destes temas em futuras divulgações de contas por parte do Benfica, todos os comentários e sugestões são bem vindos.

VIVA O BENFICA!

  • Mai 18 / 2015
Eventos, Notícias

A festa do Bicampeonato

A AABE organizou ontem, em ambiente de festa, um encontro de adeptos benfiquistas no restaurante Maracanã para quem não pôde ir a Guimarães. Fomos extremamente bem recebidos e tudo correu da melhor forma, principalmente porque nos sagrámos bicampeões!
Na sala conseguimos reunir cerca de 50 ferrenhos adeptos que souberam sofrer durante o jogo e depois festejar gloriosamente. Queremos agradecer a todos os que nos brindaram com a sua presença e desejar que continuemos juntos a viver o Glorioso em futuras iniciativas.

Vivó Benfica!

Fotografia 1

Fotografia 2

Fotografia 3

Fotografia 4

  • Mai 16 / 2015
Notícias

Informação Guimarães

A TODOS OS ADEPTOS DO SPORT LISBOA E BENFICA QUE VÃO A GUIMARÃES

A Liga Profissional de Futebol Português, em resposta às solicitações que a AABE – Associação de Adeptos Benfiquistas tem feito ao longo dos últimos dias, acaba de nos informar que, em conjunto com as autoridades responsáveis pela ordem e segurança pública, solicita aos adeptos do Sport Lisboa e Benfica que se desloquem para o Estádio Dom Afonso Henriques em viaturas próprias que utilizem os parques de estacionamento indicados nas imagens em anexo, espaços em que será garantida a segurança das viaturas e do respectivo encaminhamento dos adeptos para o interior do Estádio. Foi também solicitado que a chegada aos Parques seja feita com a antecedência necessária.
O nosso agradecimento à Liga e às autoridades responsáveis pela ordem pública, nomeadamente à PSP, pela solução encontrada.

Vivó Benfica!

img2

img1

  • Jul 11 / 2014
Notícias

I Congresso de Adeptos de Futebol em Portugal

Através do seu site, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional anunciou Jorge Cadete como o novo Provedor do Adepto. O facto não teria relevância particular se não se verificassem os seguintes pressupostos:

1) Já existia um Provedor do Adepto, chamado Alfredo Magalhães;

2) Alfredo Magalhães ter vindo a público referir «a minha surpresa, quando sem qualquer comunicação por parte do senhor presidente da Liga, vi-me deparado com o nome do senhor Jorge Cadete (…) figurando como provedor dos adeptos»;

3) Alfredo Magalhães, entre as críticas decisão do Presidente da Liga, ter abordado um assunto da maior importância e relevo para os adeptos: o I Congresso de Adeptos de Futebol em Portugal.

Sobre os dois primeiros pontos, apenas temos a lamentar que as instituições que regem o futebol português persistam neste registo de obscuridade, ausência de transparência e jogadas de bastidores. Não tomamos qualquer partido entre Alfredo Magalhães e Jorge Cadete mas insistimos que os mandatos devem ser respeitados e que deverão ser assumidos, de forma clara, os critérios pelos quais são escolhidos os representantes dos adeptos de futebol. Jorge Cadete terá seguramente muitas qualidades, questionamo-nos apenas sobre as que não terá para um cargo que exige alguns pressupostos específicos para o eficaz exercício da função.

O terceiro e mais importante assunto para os adeptos prende-se com o I Congresso de Adeptos de Futebol em Portugal, algo de que apenas tivemos conhecimento hoje, por via das declarações de Alfredo Magalhães. Desconhecendo totalmente quais as linhas-mestras da iniciativa, parece-nos ser algo que faz todo o sentido promover, seja com o antigo, o actual ou qualquer outro Provedor do Adepto. Ficamos a aguardar que a Liga Portuguesa de Futebol Profissional possa esclarecer devidamente os adeptos sobre este projecto.

  • Abr 24 / 2014
Notícias

Rivalidade Sim, Violência Não.

A AABE – Associação de Adeptos Benfiquistas vem por este meio registar total repúdio e absoluta incredibilidade pelo acontecimentos ocorridos em Braga, na passada Quarta-feira. Se os exemplos observados na cidade do Porto – de incapacidade de convivência ordeira, civilizada e pacífica por parte de alguns adeptos – na noite que viu o Benfica tornar-se, pela 33ª vez, Campeão Nacional, não serviram para um alerta nacional e uma necessidade profunda de reflexão e posterior actuação sobre os infractores, a AABE, após mais este incidente – neste caso, no fim de um jogo entre equipas de escalões de formação -, julga ser imperioso que se tomem medidas concretas contra uma franja de adeptos que não gosta de futebol, não sabe conviver em sociedade e apenas promove o divisionismo, a arruaça e a total ausência de valores cívicos e desportivos.

Antecipando o jogo do próximo Domingo, entre o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube do Porto, a AABE espera que as autoridades competentes saibam actuar dentro dos seus mais básicos deveres, não permitindo que, mais uma vez, tenhamos de assistir a actos que não dignificam o Futebol Português nem um Estado que se pretende de Direito. Por cada acontecimento de violência entre adeptos de futebol, perdem-se – por vezes, irremediavelmente – vários outros adeptos para a modalidade. Esperar um ambiente pacífico, controlado e seguro entre quem vai apenas ver um jogo de futebol não deveria ser nenhuma utopia, mas a mais simples e legítima realidade.

A AABE.

  • Abr 08 / 2014
Notícias

AABE on the road – Aveiro

Programa_jogo_Arouca-03

 

O ritmo de inscrições corre de feição. Os interessados deverão contactar a AABE o mais rapidamente possível; caso contrário, perderão a oportunidade de presenciar um jogo que poderá ser de grande explosão de alegria benfiquista.

Valor da viagem (apenas a deslocação):

- Associados AABE – 15 euros
- Não-associados AABE – 18 euros

Estão disponíveis bilhetes a 15 euros (topos) e a 25 euros (centrais).

 

Inscrições através do preenchimento do seguinte formulário ou contactando-nos através do email viagens@aabe.pt.

JUNTA-TE A NÓS! VIVE O BENFICA!

  • Abr 08 / 2014
Notícias

Mensagem de condolências da AABE pelo falecimento de um adepto

A Associação de Adeptos Benfiquistas vem por este meio lamentar o falecimento de um adepto, cujo coração cedeu em pleno Estádio da Luz após o primeiro golo do jogo Benfica-Rio Ave, e apresentar as suas sentidas condolências à família enlutada.

Em ano de grandes perdas para a família benfiquista, não duvidamos de que a celebração do 33º título de campeão será, acima de tudo, a lembrança dos que partiram.

Páginas:12
loading